Hoje não fiz nenhum apontamento em papel. Mas senti uma enorme saudade do desejo de carregar debaixo do braço ou na maleta de couro de alças o caderno e um lápis que a mão grossa da criança já quase não podia segurar.Se este fosse aquele momento, eu escreveria por sobre o sujo da terra junto ao carvão do tição de lenha, linha após linha, o seu bendito nome.
Água de mina. Água de mina. Água de mina. Água de min. Água de mi. Água de m. Água de. Água d. Água. Água! Águ. Ág. Á.
Leda


2 comentários:
parabens, bom blog
http://artecosquin.blogspot.com/
MARAVILHA Á
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