segunda-feira, 1 de abril de 2013

Árvores no Brasil


Num dia ensolarado, em uma visita à XXIX Bienal de São Paulo. 
Aqui a fotografia que fiz de uma árvore em início de primavera, ao lado de obra do artista Nuno Ramos.

Imagem: Leda Lucas

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quarta-feira, 27 de março de 2013

Árvores em meu país




"Uma só árvore dessas basta para alegrar uma paisagem inteira."
Gaston Bachelard

Imagem: Leda Lucas
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terça-feira, 26 de março de 2013

Ilustração - Santa Rosa - Parte V

 
 
 
 
 


O exemplar do livro emprestado ainda não retornou. Aproveito mais uma vez para postar no blog as imagens que fiz das ilustrações de Santa Rosa para o romance Crime e Castigo.

Ilustrações: Santa Rosa
Fotografia: Leda Lucas

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segunda-feira, 18 de março de 2013

Ilustração - Santa Rosa - Parte IV





Ilustração - Santa Rosa - para a terceira parte do romance Crime e Castigo de Feodor Dostoiévski.

Imagem: Leda Lucas
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quinta-feira, 14 de março de 2013

Dia Nacional da Poesia



A LUA DA BABILÔNIA

Numa esquina do Labirinto
às vezes
avista-se a Lua.
"Não! como é possível uma lua subterrânea?"

(Mas cada um diz baixinho:
Deus te abençoe, visão...)

Mario Quintana. In: Nova Antologia Poética, CODECRI, Rio de Janeiro, 1981, pág. 83.
Imagem: Leda Lucas

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quinta-feira, 7 de março de 2013



Mattina

M'illumino
d'immenso

Giuseppe Ungaretti, in Allegria/Alegria

Imagem: Leda Lucas
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Àqueles que gostam, amam mesmo, a lida com as coisas da linguagem, este poema de João Cabral de Mello Neto,


Catar feijão

1.

Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco. 


2. 

Ora, nesse catar feijão entra um risco:
o de que entre os grãos pesados entre
um grão qualquer, pedra ou indigesto,
um grão imastigável, de quebrar dente.
Certo não, quando ao catar palavras:
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:
obstrui a leitura fluviante, flutual,
açula a atenção, isca-a como o risco.


O poema Catar Feijão faz parte do livro A Educação pela pedra, de João Cabral de Melo Neto, cuja primeira edição foi publicada em 1965.

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