Este vídeo eu o fiz por ocasião de minha segunda visita à XXX Bienal de Artes de São Paulo. Infelizmente, não gravei o nome do artista, nem sua nacionalidade. Oportunamente voltarei a este post para completar as informações.
Neste dia, eu estava em companhia de minha amiga Graça Lima.
O que é arte?
Para mim, Arte é composição de cor, forma e, neste caso, movimento, que estimulam a busca de entendimento de algo que escapa. No momento mesmo em que acredita-se o ter nas mãos.
Dos fortuitos encontros, reminiscências do que sou.
Esta flor que conheço como açucena a venho reencontrando nos últimos tempos. Esta a encontrei em visita a um amigo de meu marido, o Candido, em Colombo, no estado do Paraná.
Estas eu as encontrei em frente à casa onde mora o Candido, num campo com muitas açucenas floridas e de lá trouxe quase três bulbos, que plantei e espero que a seu tempo nasçam e depois floresçam no jardim de casa.
Conheci-a ainda na infância, quando a cada ano eu notava na janela do quarto de minha avó materna um caldeirãozinho de ferro, já furado, de onde primeiro brotavam as folhas e depois surgiam de de dentro da terra um algo marrom que crescia e abria-se em flor rosa.
A vida ganhou muitos contornos e paisagens.
Até que a reencontrei, primeiro na cor branca para depois ser quase que atropelada por uma estante com bulbos à venda num supermercado, na cor da flor da infância: rosa.
Este foi um acontecimento significativo, porque isto aconteceu próximo a uma missa das mães na Paróquia em que minha mãe recém falecida havia ajudado a construir; inclusive assentando tijolos e depois toda a luta para manter a Comunidade até transformá-la em Paróquia.
Eu tinha a intenção de no dia da missa oferecer a todas as pessoas presentes na igreja algo. Então, quando eu avistei os bulbos em saquinhos plásticos a serem vendidos, comprei todos, e distribuí-os com ajuda de meus familiares, com o sentido único de, por meio desta planta, fazer uma homenagem a minha querida mãe.
Tão singela e "tão gentil", como expressou meu filho no momento em que soube que sua avó havia partido para uma outra viagem...
E esta flor ainda vem acompanhada da semnte de outra... Como a vida!
Trechos da entrevista com Mário Sérgio Cortella. Documentário EU MAIOR, sobre autoconhecimento e busca da felicidade. Para mais informações, visite www.eumaior.com.br
Avanços tecnológicos transformam os paradigmas da arte fotográfica
No segundo episódio da série dirigida por Silvio Tendler, é mostrado como os avanços tecnológicos estão transformando profundamente os paradigmas da arte fotográfica, por intermédio da Internet,Photoshop, celulares e Smartphones.
Nesta edição, o programa trata das novas conquistas da tecnologia digital que tão contundentemente interferem na fotografia, mas também da situação atual em que se encontram profissionais com técnicas mais antigas, como é o caso de lambe-lambes e do foto-pintor.
Os fotógrafos entrevistados refletem sobre o impacto da tecnologia em seu próprio trabalho: utilizar-se das novas técnicas implica em fazer uma arte nova? “Hoje em dia a fotografia de publicidade não é mais fotografia. Acabou! Ela é um sampler. Você é um DJ hoje. Você pega uma fotografia aqui, outra ali, cola aqui, cola ali, tira a perna de um, a cabeça de outro, a luz de lá... É um despautério! Porque isto é uma coisa dos tempos de hoje. Antigamente o cara aceitava a foto como ela era”, diz o Bob Wolfenson, um dos grandes nomes da fotografia brasileira.
Pretendo deixar neste espaço pensamentos e reflexões sobre os acontecimentos do dia a dia.
Para isto, escreverei poemas (meus e de poetas que amo), comentários sobre textos literários ou não, fotografia, imagens de esculturas, eventos na cidade, comentários sobre filmes e exposições, vídeos, etc., que me tenham perguntado à alma, aos sonhos...
Entrevistas
Entrevista com Fábio Lucas
Entrevista com Oscar D'Ambrósio